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Dia de campo discute Projeto Integração Lavoura-pecuária-floresta aplicada pela Empaer-Embrapa

O trabalho de pesquisa desenvolvido através da parceria entre a Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiária (Empaer), Embrapa Algodão e a UFPB, denominado de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, na Estação Experimental em Alagoinha, foi apresentado na terça-feira (19), durante Dia de Campo para produtores rurais, pesquisadores técnicos do Senar e Federação da Agricultura do Estado da Paraíba e de outras instituições.

Alagoinha 22-2.JPGO evento, realizado pelo Senar, contou com parceria da Faepa, Embrapa Algodão e Governo do Estado, por meio da Empaer, vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap). Representando o presidente da Empaer Nivaldo Magalhães, o pesquisador Wandrick Hauss de Sousa destacou a importância das pesquisas que vêm sendo desenvolvidas pela nova empresa, permitindo estratégias de diversificação da produção com sustentabilidade em propriedade rurais da Paraíba e do Nordeste.

Na abertura do evento, o presidente do Sistema Faepa-Senar, Mário Borba, enfatizou a união das instituições em projetos desta natureza que buscam melhorar a qualidade de vida do produtor rural paraibano, lembrando a importância da ciência para o desenvolvimento da agropecuária. “Ninguém faz nada sozinho”, disse.

alagoinha3 22 2.jpg“A ciência é que vai definir o que nós vamos fazer na agricultura e na pecuária hoje em dia. Regiões como o Sul, Sudeste e Centro-Oeste já avançaram muito nesse sentido e agora é a vez do Nordeste”, comentou.

Durante o evento foram divulgadas tecnologias e práticas com foco no sistema de Integração Lavoura, Pecuária e Floresta (ILPF), com a recuperação e fixação de nutrientes no solo, a implantação de pastagens adequadas ao semiárido e plantio de variedades como moringa e sabiá para a criação de áreas de sombra e minimização do efeito erosivo da chuva.

O chefe adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Algodão, Gilvan Barbosa, lembrou que eventos como o realizado em Alagoinha são essenciais para difusão de boas práticas aos produtores rurais e explicou ainda que o ILPF é uma das práticas preconizadas dentro da política de Agricultura de Baixo Carbono (ABC), e que ainda são desenvolvidas na Paraíba com plantio direto e agroflorestas. “É essencial trabalharmos em rede. A Embrapa faz pesquisa e treina agentes capacitadores, mas eles é que chegam aos produtores”, disse.

alagoinha5 22 2.jpgO gerente de operações da Estação Experimental da Empaer em Alagoinha, Rubens Fernandes da Costa acompanha a equipe de pesquisadores que trabalho com o projeto, sob a supervisão do diretor de pesquisa da Empaer, Manuel Duré.

As ações em ILPF no Brejo Paraibano tiveram início em julho de 2015, no âmbito do projeto ILPF com apoio da rede de fomento numa parceria público-privada. As ações apresentadas durante o evento em Alagoinha estão alinhadas e são complementares ao Plano de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono do Estado da Paraíba, lançado em novembro de 2015.

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