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Empaer prepara projeto para recuperação de engenho de rapadura em Paulista

engenho.jpegA Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiária (Empaer), vinculada à Sedap, elabora o projeto de reativação do engenho de rapadura do Assentamento Curralinho, no município de Paulista, onde residem cerca de 40 famílias agricultoras que cultivam cana-de-açúcar. A proposta será encaminhada ao Projeto Cooperar/PB Rural Sustentável para obtenção de recursos, segundo informou o presidente da Associação do Assentamento Curralinho, José Manoel Pereira.

A Emaper já prestou assistência técnica aos agricultores em atividades agrícolas, pecuária e construções rurais e agora faz o levantamento do que é preciso para o engenho voltar a funcionar. A proposta é a aquisição de novos tachos, gamelas, recuperação da moenda, além da reforma da estrutura do prédio do engenho.

Nesta semana, com acompanhamento do gerente regional da Empaer em Pombal, Leonar de Souza, os extensionistas Francimar de Almeida Assis e Francisco das Chagas Nóbrega visitaram o assentamento para fazer um diagnóstico do engenho e, depois, elaborar o projeto.

Há menos de uma década, com apoio do Incra, foi montada uma unidade demonstrativa de produção de rapadura e alfenim, mas, tempo depois encerrou suas atividades. Os agricultores, no entanto, continuaram a plantar cana, fazendo a moagem em engenho de outras localidades, como acontece atualmente.

Quando reativado em 2016, o engenho do assentamento Curralinho passou a funcionar em sistema de mutirão, chegou a comercializar 150 cargas de rapadura e 300 litros de mel, mas tempos depois parou de trabalhar com esses produtos. Neste ano, orientados pela Empaer, os assentados manifestaram o desejo de retomar a moagem da cana e voltar a produzir rapadura e mel, de modo a aumentar a renda familiar.

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